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bibliogramm
(See below for the bibliography of Peter Sloterijk´s oeuvre in german language)




1983 - Kritik der zynischen Vernunft info
   









1985 - Der Zauberbaum,
Die Entstehung der Psychoanalyse im Jahr 1785

ARVORE MAGICA

LTC LIVROS TECNICOS E CIENTIFI R$ 9,00
 
 





1986 - Kopernikanische Mobilmachung und Ptolemäische Abrüstung  
   


1986 - Der Denker auf der Bühne,
Über Nietzsches Materialismus
info
   










1988 - Zur Welt kommen - Zur Sprache kommen,
Frankfurter Vorlesungen







1989 - Eurotaoismus,
Zur Kritik der politischen Kinetik
info
   






1990 - (Hrsg.): Vor der Jahrtausendwende - Berichte zur Lage der Zukunft; mit Beiträgen von: E.Sens, Th.H.Macho, G.Kohler, G.Treusch-Dieter, H.M.Enzensberger, N.Luhmann, M.Frank, St.Lem, R.Safranski, P.Glotz, E.Chargaff, B.Hombach, G.Konrád, G.Lerner, D. Senghaas, V.Braitenberg, U.Beck, C.Klinger, Cl.Rosset, P.Virilio, M.Roda Becher, C.Neubaur, J.-P.Dubost, Chr.v.Braun, B.Guggenberger, F.Savater, J.Laederach, E. M. Cioran, A.Kim, D.Kamper, G.Tabori;
Nachwort von P.Sloterdijk
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1990 - Versprechen auf Deutsch,
Rede über das eigene Land











1993 - Medienzeit,
Drei gegenwartsdiagnostische Versuche

 
1993 - Weltfremdheit info
   




 
1993 - Im selben Boot,
Versuch über die Hyperpolitik

NO MESMO BARCO,
Ensaio sobre a hiperpolítica


Tradução: Claudia Cavalcanti Projeto gráfico: Antonio Kehl e Edilberto Fernando Verza 94 pp.,14 x 21 cm Preço: R$ 22,00 ISBN: 85-7448-001-0
Peter Sloterdijk se insere no debate sobre a hiperpolítica, fulminando com seu estilo ímpar quatro mil anos de história. Ele distancia seu olhar, à medida que mergulha nas grandes civilizações da Antiguidade, o que lhe permite apreender alguns vícios fundamentais de nossa nossa época com extrema perspicácia. A partir dessa combinação de flash backs e tempo real, Sloterdijk chega à tese de que os homens estão sentados sobre uma bomba-relógio lógica desde a invenção da roda - bomba armada pelo conceito de diversidade e pluralidade da espécie humana, cujo potencial explosivo engendrou nos últimos dois ou três séculos reações em cadeia: fenômeno aliás mais conhecido como "História universal". Apresentando o processo histórico como uma longa sucessão de convívios forçados, Sloterdijk enquadra-os em três etapas: mostra como a partir do pau torto das hordas pré-históricas primeiro foram talhados os antigos povos de caçadores e colhedoras; como depois na época agro-cultural foram empilhados impérios e reinos; e como finalmente na era industrializante uma sociedade tendendo ao tráfego universal elabora um difuso, por vezes desregulado, estado planetário pós-imperial. O que o leva a refletir sobre a arte do possível em nossa época, que não se deixa mais definir como política, apenas como hiperpolítica - às hiper-hordas da atualidade corresponde apenas, quando muito, uma hiperpolítica. No entanto, esta padece ainda de duas falhas: todas as tentativas de transportar a cidade para o Grande, isto é, para uma sociedade universalizante, levam a totalitarismos e ao sacrifício das pequenas unidades empurradas para becos psicopatológicos. Portanto, qualquer política futura estará sujeita a uma situação onde não somente o Pequeno e o Grande devem ser novamente configurados, mas também o Velho e o Novo.
 
         
 
1993 - (Hrsg.) gem. m. Th. Macho:
Weltrevolution der Seele,
Ein Lese- und Arbeitsbuch zur Gnosis
 
   




1994 - Falls Europa erwacht...
Gedanken zum Programm einer Weltmacht am Ende des Zeitalters ihrer politischen Absence
info
   

SE A EUROPA DESPERTAR,
Reflexões sobre o programa de uma potência mundial ao final da era de sua letargia política

Tradução de José Oscar de Almeida Marques (Departamento de Filosofia da Unicamp) 96 p, 14 x 21 cm Preço: R$ 19,00 ISBN 85-7448-025-8
Traz uma entrevista inédita do autor sobre o 11 de setembro de 2001 O antigo centro da civilização busca um novo rumo após o degelo soviético e frente à nova política imperial americana A Europa foi libertada pelos aliados em 1945 da ditadura nazista — e ao mesmo tempo o velho “Império do Centro” foi agarrado pelas tenazes de novas potências mundiais a Oeste e a Leste. Nesta dupla experiência os europeus vivenciaram seu ano zero, até hoje motivo de uma longa e sofrida reflexão que se arrasta por duas gerações. Peter Sloterdijk avança a tese de que não haverá como pensar a nova Europa dessa virada de milênio se os europeus não voltarem a seus fundamentos histórico-filosóficos e buscarem uma orientação programática assentada numa “mitomotricidade” imperial portadora de mitos fundadores que resultaram nos esplendores culturais, filosóficos e políticos de que a Europa contemporânea se quer herdeira. Nesse sentido, poderá a noção de Nietzsche de “obrigatoriedade da grande política” ser preenchida de um novo conteúdo contemporâneo, após o fim do vácuo no qual a tragou sua trágica safra de totalitarismos e guerras mundiais? Acrescentamos na presente edição uma entrevista de Sloterdijk onde este revê, à luz do 11 de setembro norte-americano e de neoimperialismos unilaterais, alguns embates expostos no texto original, redigido sob influência das alterações inter-imperiais após o 1989 soviético / europeu.



ab 1995 - (Hrsg.) Philosophie jetzt!

Diederichs/dtv, Lesebücher zu:

Platon, Aristoteles, Augustinus, Giordano Bruno, Descartes, Pascal, Leibniz, Kant, Fichte, Hegel, Schelling, Schopenhauer, Kierkegaard, Marx, Nietzsche, Husserl, Wittgenstein, Sartre, Foucault
 
   
 



 
1996 - Selbstversuch info
   









1998 - SPHÄREN - TRILOGIE I
Sphären I - Blasen, Mikrosphärologie
info
   



1998 - Der starke Grund zusammen zu sein.
Erinnerungen an die Erfindung des Volkes



1999 - SPHÄREN - TRILOGIE II
Sphären II - Globen, Makrosphärologie
info
   




1999 - Regeln für den Menschenpark.
Ein Antwortschreiben zu Heideggers Brief über den Humanismus

REGRAS PARA O PARQUE HUMANO,
Uma resposta à carta de Heidegger sobre o Humanismo

Tradução: José Oscar de Almeida Marques, 64 p., 14 x 21 cm Preço: R$ 17,00 ISBN: 85-7448-021-5


Em julho de 1999 eclodiu uma polêmica num pitoresco castelo da Baviera como há muito já não se via nestes tempos de horizontes tranqüilos e conflitos pasteurizados. Uma palestra refinada e aparentemente despretensiosa - tomando como ponto de partida o diagnóstico heideggeriano da crise do humanismo e prosseguindo retroativamente pela denúncia nietzscheana da domesticação apequenadora do homem pelo homem até as acintosas recomendações de Platão sobre a arte de pastorear seres humanos - se transformaria no maior debate político-filosófico dos últimos anos a varrer uma Europa em confronto com um fim-de-século tão cheio de indagações e inseguranças quanto o foi seu início. Para onde nos levará o perigoso fim do humanismo literário enquanto utopia da formação humana? Como nos posicionar frente ao homem re-desenhado, frente às manipulações genéticas que sabemos serão feitas quer se queira ou não? A discussão é fundamental e apenas ensaia seus primeiros passos. Ingressamos no terreno movediço da antropotécnica, como diria Sloterdijk. Uma leitura atenta deste texto tão recente e já célebre - e ele mesmo um revelador exemplo de uma descontextualização simplifi-cadora por uma parte da crítica - nos mostra o autor advogando a necessidade de se definir regras éticas e controles sociais para as aplicações tecnológicas já ao alcance dos grandes conglomerados da bioengenharia e, em especial, para as assustadoras possibi-lidades, já fartamente disponíveis, de seleção pré-natal dos próprios seres humanos.




2000 - Die Verachtung der Massen,
Versuch über Kulturkämpfe in der modernen Gesellschaft
info
   

O DESPREZO DAS MASSAS, Ensaio sobre lutas culturais na sociedade moderna

Tradução de Claudia Cavalcanti 120 p, 14 x 21 cm Preço: R$ 24,00 ISBN 85-7448-055-X

Recorrendo a Nietzsche, Heidegger, Rorty, entre outros, Sloterdijk aborda uma relação problemática por excelência: os intelectuais e as massas. O desprezo das massas é um brilhante ataque que o filósofo alemão Peter Sloterdijk desfere contra o senso comum “ilustrado”, dada a asfixia do pensamento em exercícios diletantes das formas, amante de uma álgebra inútil. Partindo de um diálogo com Elias Canetti e seu diagnóstico acerca da agressividade da massa (essa heroína apressada de uma modernidade iludida) contra o talento e a diferença antropológica vertical, e estendendo esse diálogo a Heidegger, Nietzsche, Foucault, Rorty (criticando nesse sua aposta em uma estupidez democrática anti-filosófica), entre outros, Sloterdijk chega mesmo a buscar luzes em alguns momentos da teologia da graça, mais uma vez revelando sua qualidade de não dizer o que é normalmente considerado como de “bom tom” para as “posturas inteligentes modernas”. Aliás, essa tem sido sua tônica: dizer aquilo que a militância das “massas inteligentes” desprezam: “Por essa razão em todo mundo crescem como erva daninha aquelas comissões de ética que, como institutos da destroçada filosofia, querem substituir os sábios.” (p. 99). Luiz Felipe Pondé Departamento de Teologia - PUC-SP

 

2000 - Über die Verbesserung der guten Nachricht,
Nietzsches fünftes »Evangelium«
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2001 - Die Sonne und der Tod,
Dialogische Untersuchungen mit Hans-Jürgen Heinrichs
info
   


2001 - Nicht gerettet
Versuche nach Heidegger
info
   





2001 - Tau von den Bermudas,
Über einige Regime der Einbildungskraft
info
   





2002 - Luftbeben - An den Quellen des Terrors
 
   





2004:
SPHÄREN - TRILOGIE III
Sphären III - Schäume, Plurale Sphärologie

ca. 885 Seiten, m. zahlr. Abbildungen,
Suhrkamp-Verlag Frankfurt

info
   

 

 


2005:
Im Weltinnenraum des Kapitals
-

(ab März 2005 in den Buchläden)

 
   

 



2005:
Was zählt, kehrt wieder.

Philosophische Dialoge, gem. mit Alain Finkielkraut
; aus dem frz. Les battements du monde, Ed. Fayard, coll. Pauvert, 2003

(erscheint 2005)

 
   

 

 

 

 

 

Peter Sloterdijks Werk im Suhrkamp-Verlag (Kurzübersicht):

 1983 Kritik der zynischen Vernunft
 1985 Der Zauberbaum.Die Entstehung der Psychoanalyse im Jahr 1785
 1986 Der Denker auf der Bühne.Nietzsches Materialismus
 1986 Kopernikanische Mobilmachung und ptolmäische Abrüstung
 1988 Zur Welt kommen - Zur Sprache kommen.Frankfurter Vorlesungen
 1989 Eurotaoismus.Zur Kritik der politischen Kinetik
 1990 Vor der Jahrtausendwende- Berichte zur Lage der Zukunft (Hrsg.)
 1990 Versprechen auf Deutsch. Rede über das eigene Land
 1993 Weltfremdheit
 1993 Im selben Boot.Versuch über die Hyperpolitik
 1994 Falls Europa erwacht.Gedanken zum Programm einer Weltmacht am
   Ende des Zeitalters seiner politischen Absence

 1998 Der starke Grund zusammen zu sein.Erinnerungen an die
   Erfindung des Volkes

 1998 Sphären I - Blasen, Mikrosphärologie
 1999 Sphären II - Globen, Makrosphärologie
 1999 Regeln für den Menschenpark.Ein Antwortschreiben zu
   Heideggers Brief über den Humanismus

 2000 Die Verachtung der Massen.Versuch über Kulturkämpfe in der
   modernen Gesellschaft

 2000 Über die Verbesserung der guten Nachricht.Nietzsches fünftes
   Evangelium. Rede zum 100. Todestag von Friedrich Nietzsche

 2001 Nicht gerettet.Versuche nach Heidegger
 2001 Die Sonne und der Tod.Dialogische Untersuchungen mit H.-J.   
   Heinrichs

 2001 Tau von den Bermudas.Über einige Regime der Phantasie
 2002 Luftbeben.An den Wurzeln des Terrors
 2004 Sphären III - Schäume, Plurale Sphärologie
 2005 Im Weltinnenraum des Kapitals.
 2005 Was zählt, kehrt wieder.Philosophische Dialoge, gem.
   mit Alain Finkielkraut
(aus d. frz.)


In anderen Verlagen:

 1993 Medienzeit.Drei gegenwartsdiagnostische Versuche; Schriftenreihe der Staatlichen    Hochschule für Gestaltung Karlsruhe, Band 1, hrsg. V. Heinrich Klotz, Cantz Verlag,    Stuttgart 1993
 1995 Weltrevolution der Seele.Ein Lese- und Arbeitsbuch zur Gnosis von der Spätantike    bis zur Gegenwart (gem. hrsg. m. Th. Macho), Artemis & Winkler Verlag Düsseldorf
 1996 Selbstversuch.Gespräch mit Carlos Oliveira, Hanser Verlag
 1997 Chancen im Ungeheuren.Notiz zum Gestaltwandel des Religiösen in der modernen    Welt im Anschluss an einige Motive bei William James ersch. als Vorwort zu: William    James, Die Vielfalt religiöser Erfahrung, Inselverlag, Ffm. und Leipzig 1997


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 Das Bibliogramm stellt Ihnen die Werke in chronologischer Folge dar:

 Die Farben haben inhaltlichen Bezug. (siehe Legende)
 Die Rahmengrößen repäsentieren den Umfang eines Werkes.

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